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  • “O mundo sem alegria não tem sentido”, assim terminou o Ciclo de Cafés Filosóficos

    O 6º Café Filosófico da Faculdade Bagozzi, realizado ontem (25/05), encerrou um ciclo de reflexões realizadas neste semestre sobre a situação social da pandemia à luz da Filosofia.  Prof. Mauro Cardoso Simões, filósofo convidado para esta última edição, provocou os participantes sobre o tema da "Alegria em tempos de pandemia". De forma dinâmica e com exemplos históricos da tradição filosófica e da literatura em geral, o Prof. Mauro convidou a todos a "colocar-se dentro da história" e olhar a situação que vivemos com um tempo no qual precisamos aprender. Apoiado na filosofia de Aristóteles destacou que "o homem é o único animal que ri", e "que o mundo sem alegria não tem sentido". Alertou aos participantes a compreender que "o riso é uma virtude que tira a solenidade das coisas" e que "doses de riso mostram a verdade tal qual ela é". Finalizou a discussão afirmando: "O humor não é brincadeira". O colegiado dos professores do curso de Filosofia da Faculdade Bagozzi, agradece aos mais de 100 participantes que acompanharam este ciclo de cafés filosóficos, que registraram na prática, a perenidade da reflexão filosófica e da sua contribuição para a vida humana em sociedade.
  • IMPORTANTE: ATENDIMENTO TELEFÔNICO DAS 8H30 ÀS 17H30

    A Faculdade Bagozzi informa que a partir desta data (26/05), o atendimento telefônico será das 8h30 às 17h30. Lembramos ainda que continuaremos com o atendimento pelos canais digitais: App, E-mail, WhatsApp e Site.
  • Isabela Zane Ferreira, ex-aluna Bagozzi, é linha de frente nesta pandemia.

    “É preciso ter esperança, mas ter esperança do verbo esperançar; porque tem gente que tem esperança do verbo esperar. E esperança do verbo esperar não é esperança, é espera. Esperançar é se levantar, esperançar é ir atrás, esperançar é construir, esperançar é não desistir!" Paulo Freire.

      Chamo-me Isabela, tenho 26 anos e atuo como assistente social, em um Programa de Residência Multiprofissional, num Hospital Universitário, no Paraná. Este HU oferece atendimento 100% SUS e atualmente, como estratégia para atenção à saúde, está adaptando a própria estrutura física e a forma da prestação dosserviços, adotando uma comunicação transparente para o repasse de informação à população, aos pacientes e aos familiares suspeitos e/ou confirmados com COVID 19. A atuação profissional do residente de Serviço Social tem ocorrido por modo de escala, intercalando dias de aulas à distância e seguindo as recomendações da OMS. As aulas estão distribuídas pela lógica de cada programa em conjunto com outras relacionadas às evidências científicas frente ao COVID 19, afim de valorizar e afirmar o conhecimento científico. Em relação à prática profissional, enquanto Serviço Social, buscamos refletir sobre a conjuntura estrutural do capital em conjunto com a ação interventiva, evitando cometer reducionismo, uma vez que a pandemia se inseriu em um contexto abrangente, em meio aos desafios globais, econômicos e políticos impostos pelo conservadorismo e pelas tentativas para a implementação do autoritarismo, que tornaram as expressões da questão social mais nítidas frente a situação presente. Mais do que antes é importante que os assistentes sociais pautem suas estratégias profissionais no Projeto Ético-Político, como base das novas proposições interventivas, fomentando a consciência de classes e resgatando a solidariedade da Seguridade Social, conquistada na Constituição Federal de 1988. Em frente ao estado de calamidade pública, faz-se premente uma práxis articulada com a intenção ética da profissão, afirmando o compromisso com a classe trabalhadora e enfatizando os princípios do Código de Ética, por meio do reconhecendo da liberdade como valor central com a defesa intransigente dos direitos humanos e recusa do autoritarismo. Tempos incertos virão. Contudo, fortalecidos por meio das medidas de proteção e prevenção, alicerçadas a ampla reflexão da situação presente, questionando como se pautará a relação social futura, retiramo-nos do campo da inércia e paralisação com receio do desconhecido e colocamo-nos no campo do movimento, em que mesmo a distância lutamos por um futuro protegido e digno.  
  • Café Filosófico discutirá “Alegria em tempos de sofrimento”

    Com tema provocativo para o tempo em que vivemos, o 6º Café Filosófico propõe uma reflexão sobre o tema da alegria. O convidado, Prof. Dr. Mauro Cardoso Simões fará a mediação do tema, convidando aos participantes para analisar o tema à luz da filosofia. O encontro acontecerá na próxima segunda-feira, 25 de maio, das 19h30min às 21h.  O Café Filosófico é um evento gratuito e aberto ao público em geral. Participe! Acesse e compartilhe o link: meet.google.com/vfe-jfma-nee Conheça o professor mediador: Graduação em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (1997), Mestrado em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (2001), Doutorado em Filosofia pela Universidade Estadual de Campinas (2007) Pós-Doutorado em Filosofia pela università Sapienza – Roma (2020) Universidad de Barcelona (2014-2015), National University of Singapore (2008) e pela University of Cambridge (2009). Professor da Faculdade de Ciências Aplicadas (FCA) da UNICAMP, atuando no Centro de Ciências Humanas e Sociais Aplicadas (CHS), Núcleo Geral Comum (NGC) e no Mestrado Interdisciplinar em Ciências Humanas e Sociais Aplicadas (ICHSA).  
  • Rodolfo Eggers Portella, ex- aluno de Serviço Social, é linha de frente nesta pandemia.

    Meu nome é Rodolfo Eggers Portella, tenho 26 anos, me formei em Serviço Social pela Faculdade Bagozzi em 2019, atualmente sou Assistente Social residente do Programa de Residência Multiprofissional em Saúde Mental pela Escola de Saúde Pública do Paraná, o meu campo de trabalho é na Rede de Atenção Psicossocial - RAPS do município de Pinhais, que contempla diversos equipamentos da atenção primária em Saúde Pública, como as Unidades Básicas de Saúde, CAPS ll, CAPS AD e NASF. Com o início do surto do Coronavírus em Curitiba e região metropolitana, alguns serviços prestados nesses equipamentos foram suspensos, inclusive os serviços do Núcleo Ampliado de Saúde à Família - NASF onde eu estava alocado, como por exemplo, as visitas domiciliares, trabalhos em grupo, matriciamentos etc, até mesmo os processos e fluxos de trabalho nos demais equipamentos da Saúde tiveram drásticas alterações. Diante disso, nós da equipe multiprofissional da residência, que conta comigo, assistente social, 2 psicólogas, 2 enfermeiras, uma farmacêutica e uma terapeuta ocupacional, desenvolvemos um projeto de intervenção "Cuidando de quem cuida", para escuta e acolhimento em Saúde Mental para os trabalhadores do SUS de Pinhais, fomentamos exercícios de reflexão e atividades, objetivando a proteção da saúde mental no enfrentamento ao medo e à ansiedade decorrentes da pandemia. Assim, passamos por todos os equipamentos e unidades de Saúde de Pinhais para coleta de dados e diagnóstico dos trabalhadores, e nesta fase da pandemia, estamos aplicando o projeto de intervenção presencialmente junto aos trabalhadores do SUS. No começo da pandemia e todas as transformações que estavam ocorrendo, o sentimento inicial foi de medo e apreensão, já que estava em alta exposição à contaminação no campo de trabalho e via que todos os outros profissionais também sentiam o mesmo que eu, não tínhamos nem noção do que estava por vir, não tínhamos nenhum respaldo da administração pública, que provavelmente estava com o mesmo sentimento que nós. Com o passar dos dias as orientações para nós profissionais da Saúde foram chegando, de diversos âmbitos, OMS, Ministério da Saúde, Instituto de pesquisa Fiocruz, o que acabou fazendo com que soubéssemos como lidar com o medo, de certa forma, ficou mais tranquilo. Hoje, a rotina e os hábitos foram readaptados, utilizamos obrigatoriamente equipamentos de proteção no campo de trabalho, temos protocolos de segurança para seguir, temos medidas de prevenção a ser tomadas, não só pelos profissionais da Saúde, mas toda a população, e não basta apenas nos unirmos pela causa da prevenção, temos que valorizar nossas Políticas Públicas (Saúde, Assistência Social, Previdência Social) , temos que fortalecer o que é nosso por direito, temos que proteger e defender o nosso Sistema Único de Saúde.
  • “Olhar para a morte como um farol para a ciência e para a vida”, foi a mensagem do 5º Café Filosófico

    O 5º Café Filosófico organizado pelo Curso de Filosofia, da Faculdade Bagozzi, reuniu nesta segunda-feira 11 de maio, das 19h30min às 21h, alunos de Filosofia, Pedagogia, Serviço Social, da Pós-graduação e de outras áreas e regiões do país. A quinta edição do Café Filosófico teve como tema "Filosofar é aprender a morrer".

    A reflexão foi mediada pela Profª. Drª. Viviane Cristina Cândido que abordou o tema com rigorosidade filosófica convidando aos presentes a olhar para a morte como algo natural, como um farol para a vida e para a ciência. Com base na filosofia de Montaigne, de Franz Rosenzweig e de Machado de Assis motivou aos participantes a deixar de querer entender a morte. Destacou que "caminhamos a vida inteira sabendo que vamos morrer" e que nosso olhar precisa concentrar-se em como decidimos caminhar. Como mensagem final, incentivou aos presentes a "caminhar com alegria" e a perguntar-se: "Por que preciso esperar que me aconteça alguma coisa para eu pensar o que estou fazendo da minha vida?" "O que fiz neste período de quarentena?"

    Alguns comentários dos participantes: "Na perspectiva de Montaigne, somente a filosofia era capaz de preparar o homem para a morte. A função da morte é nos ensinar a viver. Esta pandemia está nos "reiniciando" para a vida! Obrigado Profª. Viviane"

    (Daisy Almeida, egressa do Curso de Pedagogia)

    "Obrigada professora. Bom ouvir vc falar de algo tão difícil, entretanto o modo como nos traz fica menos doloroso" (Kelly Santos, acadêmica do Curso de Serviço Social) "Parabéns por toda explanação! Sou coordenadora do Programa de Doação de Corpos para Fins de Estudo e Pesquisa da UFPB, e tenho me aproximado muito dos temas da morte, para entender melhor o fenômeno e os sentimentos das pessoas em torno dele! Muito obrigada por todos os esclarecimentos! Obrigada a todos!"

    (Amira Rose Costa Medeiros)

  • Nota de Falecimento

    A Faculdade Padre João Bagozzi sente o falecimento do Dr. Jomar Vieira de Souza, pai de Elsa Vieira de Souza, Coordenadora do curso de Serviço Social. À família, as nossas condolências e sentimentos. Que Deus conceda a paz aos seus familiares.
  • 5° Café Filosófico discutirá o tema da morte no contexto da atual pandemia

    Na segunda-feira (11/05), das 19h30min às 21h, o tema do 5º Café Filosófico Virtual será "Filosofar é aprender a morrer". A mediadora convidada, a Profª. Viviane Cristina Cândido irá propor uma reflexão sobre o tema da morte no contexto da atual pandemia. A participação é aberta ao público geral e o link para acesso ao encontro virtual é: https://meet.google.com/gdi-vuga-kug Conheça a formação e atuação da Profª. Viviane Cristina Cândido Filósofa e Pedagoga. Mestre em Educação e Doutora em Ciências das Religiões. Docente adjunto e pesquisadora da Escola Paulista de Medicina (EPM) da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Membro da Red Educación Contemporánea en Latinoamérica (ECLA), da Associação Brasileira de Filosofia da Religião (ABFR) e da Comissão de Humanidades Médicas do Conselho Federal de Medicina. Pesquisadora na área de Filosofia das Ciências da Saúde; Espiritualidade e Saúde; Biofilosofia e Bioética.
  • 4º Café Filosófico comemora o Dia do Trabalhador

    No dia 01 de maio, o Curso de Filosofia e do Serviço Social da Faculdade Bagozzi, promoveu o 4º Café Filosófico Virtual. O encontro, mediado pelo Prof. Leandro José de Araújo, analisou a situação do capitalismo e da crise em tempos de coronavírus, a partir das categorias trabalho e capital. A exposição do Prof. Leandro iniciou com a apresentação dos dados da população dentro e fora da força de trabalho, divulgados pelo PNAD Contínua do IBGE. A partir disso analisou a crise nacional e apontou elementos para compreender as contradições sociais e as suas implicações na vida dos trabalhadores. As reflexões motivaram a participação dos alunos e professores que apresentaram questionamentos e comentários sobre a situação social em tempos da pandemia que o país enfrenta.
  • Resiliência e Resistência foram temas chaves no Fórum sobre Docência e Coronavírus

    O Fórum Virtual sobre Docência e Coronavírus, que aconteceu nesta quarta-feira (29), iniciou com a exposição da Profª. Claudia Cobalchini que contextualizou o tema da docência em tempos de isolamento, destacando os fatores envolvidos no processo de adaptação dos professores às novas modalidades remotas de ensino. A professora também analisou aspectos implicados nesse processo de adaptação, como o medo, a ansiedade e a resiliência. Na mesma perspectiva, o Prof. Luiz Lacerda, apresentou elementos do cenário da educação e da saúde no Brasil no contexto da pandemia. Na sua exposição ressaltou a necessidade de refletir os objetivos da educação neste tempo de crise em uma visão mais humanista que supere a desigualdade social. Apontou também a necessidade de resistência e de reafirmação da autonomia docente como alternativas superadoras das mazelas que a situação da pandemia deixou transparecer.
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