Rodolfo Eggers Portella, ex- aluno de Serviço Social, é linha de frente nesta pandemia. - Bagozzi | Bagozzi Rodolfo Eggers Portella, ex- aluno de Serviço Social, é linha de frente nesta pandemia. - Bagozzi

Rodolfo Eggers Portella, ex- aluno de Serviço Social, é linha de frente nesta pandemia.

Meu nome é Rodolfo Eggers Portella, tenho 26 anos, me formei em Serviço Social pela Faculdade Bagozzi em 2019, atualmente sou Assistente Social residente do Programa de Residência Multiprofissional em Saúde Mental pela Escola de Saúde Pública do Paraná, o meu campo de trabalho é na Rede de Atenção Psicossocial – RAPS do município de Pinhais, que contempla diversos equipamentos da atenção primária em Saúde Pública, como as Unidades Básicas de Saúde, CAPS ll, CAPS AD e NASF.

Com o início do surto do Coronavírus em Curitiba e região metropolitana, alguns serviços prestados nesses equipamentos foram suspensos, inclusive os serviços do Núcleo Ampliado de Saúde à Família – NASF onde eu estava alocado, como por exemplo, as visitas domiciliares, trabalhos em grupo, matriciamentos etc, até mesmo os processos e fluxos de trabalho nos demais equipamentos da Saúde tiveram drásticas alterações. Diante disso, nós da equipe multiprofissional da residência, que conta comigo, assistente social, 2 psicólogas, 2 enfermeiras, uma farmacêutica e uma terapeuta ocupacional, desenvolvemos um projeto de intervenção “Cuidando de quem cuida”, para escuta e acolhimento em Saúde Mental para os trabalhadores do SUS de Pinhais, fomentamos exercícios de reflexão e atividades, objetivando a proteção da saúde mental no enfrentamento ao medo e à ansiedade decorrentes da pandemia. Assim, passamos por todos os equipamentos e unidades de Saúde de Pinhais para coleta de dados e diagnóstico dos trabalhadores, e nesta fase da pandemia, estamos aplicando o projeto de intervenção presencialmente junto aos trabalhadores do SUS.

No começo da pandemia e todas as transformações que estavam ocorrendo, o sentimento inicial foi de medo e apreensão, já que estava em alta exposição à contaminação no campo de trabalho e via que todos os outros profissionais também sentiam o mesmo que eu, não tínhamos nem noção do que estava por vir, não tínhamos nenhum respaldo da administração pública, que provavelmente estava com o mesmo sentimento que nós.

Com o passar dos dias as orientações para nós profissionais da Saúde foram chegando, de diversos âmbitos, OMS, Ministério da Saúde, Instituto de pesquisa Fiocruz, o que acabou fazendo com que soubéssemos como lidar com o medo, de certa forma, ficou mais tranquilo. Hoje, a rotina e os hábitos foram readaptados, utilizamos obrigatoriamente equipamentos de proteção no campo de trabalho, temos protocolos de segurança para seguir, temos medidas de prevenção a ser tomadas, não só pelos profissionais da Saúde, mas toda a população, e não basta apenas nos unirmos pela causa da prevenção, temos que valorizar nossas Políticas Públicas (Saúde, Assistência Social, Previdência Social) , temos que fortalecer o que é nosso por direito, temos que proteger e defender o nosso Sistema Único de Saúde.

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